quinta-feira, 13 de maio de 2010

13 de maio

Lei Aurea

Não há mais nada a ser feito.
A unica escravidão ainda existente é a imposta em sua maioria pelos próprios negros. As minhas palavras são duras, mas, carregadas de tristeza.  Insistem em divisões, cotas que nos separam, pois chegamos aos mesmos lugares por caminhos diferentes. Querem dar cor a nossa consciência, que eu nem sei se tem cor...
De um modo talvez inconsciente, os brancos sentem vergonha de sua cor. Sim, eu disse os brancos, porque ser branco virou sinônimo de culpado.
                                                         

Gosto de cores. Amo pessoas. Avalio sentimentos.
E a liberdade é linda. Estampada em um sorriso que naturalmente aconteçe no apreciar de um arco-íris.



10 comentários:

ღPat.ღ disse...

Ora bem amiga, nem mais!
Assino!
beijo,
Pat.

Renato Hemesath disse...

Super pertinente este tema do post pois parece que tudo tornou-se tão comum que não mais se sabe bem sobre os sujeitos da situação.

Beijos! ;)

JPM disse...

Olá,
Bem, nem tanto ao ar, nem tanto ao mar!
Eu tive um professor negro que dizia que a maior discriminação não era de cor, mas, sim, de cunho econômico.
Eu, de origem alemã, cabelinho loiro e olhos claros, criado onde a maioria tinha este perfil...era pobre e era rejeitado. Havia um negro, na mesma sala de aula (ele pagava a mensalidade e eu tinha bolsa de estudo), ele não era pobre nem discriminado.
A questão da escravidão é bem mais complexa.
Quem eram e em que condições passaram a viver no Brasil os imigrantes europeus, na sua maioria? Atraídos com promessas até hoje não cumpridas!
Eu costumo dizer que representavam aquilo que hoje, no nosso meio, são os integrantes do MST, ou seja, os excluídos da dita sociedade. A escória da sociedade.
Discutirmos quem discrimina mais ou menos faz muito bem aos donos do poder econômico, dentro da filosofia "dividir para imperar". Nós explorados e sem influências, brancos, amarelos, pardos, negros, só temos a perder com tais divergências.
Não me arvoro em dono da verdade, mas aqui no Sul, onde houve menor concentração de negros, mas grandes levas de alemães e italianos integravam a mão de obra explorada, é possível ter uma visão um pouco mais ampla dessa questão, a meu ver.
Pessoalmente sempre me dei muito bem com todo mundo, inclusive com negros. Fui casado com uma negra, cuja família me tratava maravilhosamente bem. A recíproca não era menos verdadeira.
Saúde e felicidade.
João Pedro Metz

Paulo Tamburro disse...

oi juci, bela e verdadeira postagem.

parabéns!!!!

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UM ABRAÇÃO CARIOCA.

Ives disse...

Se ñ me ama, ou simplesmente ñ gostam da minha cor, é indiferente!
Vivo no meu mundo, tento supera-lo, quem me desafia são os meus obstáculos, mas planto vez ou outra a minha bandeira em solo desconhecido! abraços

*lua* disse...

Primeiro meus parabéns, por sua coragem de tocar em um assunto tão delicado e cheio de mistificações.

Negro, branco, amarelo, colorido são tantas definições para uma carne que no final irá ser comida pelos mesmos microorganismos!!!

Triste!

Um beijo minha linda e ótimo final de semana!!!

D. R. disse...

Detesto atitudes racistas, palavras racistas, gestos racistas...

Não sou racista. E não entendo quem o é.

Beijinho.

Uma sugestão:
www.lookihlookih.blogspot.com

Joana Carvalho disse...

obrigada qerida *.*

Altamirando Macedo disse...

O português só conseguiu explorar outros europeus em suas colônias no terceiro mundo por questões econômicas. Os africanos aceitaram a exploração em seu próprio país por questão cultural. Não foi o português que inventou a escravidão.Não foi o português que inventou cotas.Existe uma parcela da população brasileira que se acostumou a ser mínima, a andar por caminhos mais fáceis desprovidos de orgulho, caráter e honestidade assinando seu atestado de incompetência ao ser cotista. Procuram uma maneira de ser discriminada para tirar proveito disto.É o jeitinho brasileiro de ser mínimo, independente da cor da pele.

VâniaCosta disse...

Adorei o blog!
Vou seguir :D