segunda-feira, 1 de março de 2010

Interpretando-se

     Sim. Isso, agarre toda esta felicidade materializada em corpo. Aperte contra você o que já te parece fazer pazer parte de ti. Ainda que talvez amanhã te sintas imcompleta... seja inteira agora.
     Feche os olhos em aguns momentos e use o olfato, o tato e o paladar com muita vontade. Agora você acredita em cheiro que traz lembrança... mas agora não, esqueça de lembrar. Agora não há o que guardar, até o que receber use agora e vista-se de nudez.
     Sensações são puro ritmo e te permitem saltar. Rasgue-se por dentro e use as mãos para isso, fomalize o que acontece do lado de dentro. A verdade é nua, seja toda verdade e admire a verdade que se coloca diante de você.
     Agora é o momento; cure-se. Seja tudo que pode ser, e mais ainda o que não pode. Não, não pense no amanhã porque agora não tem volta.
     É seu maior espetáculo... apague as luzes... desligue as câmeras... e ação.
   

Um comentário:

Renato Hemesath disse...

Olá Juci.
Muito obrigado por acompanhar o 'Cine Freud'. Vim retribuir tua visita e conhecer teu espaço.

Teus escritos são ótimos! este post deixa bastante claro: 'vale a pena arriscar-se!', acredito que precisamos apreender o outro e o novo para encontrarmos novos sentidos.

Um abraço.