sábado, 3 de abril de 2010

Come Away With Me

        E chove em Aju. Sabe esses dias em que você ouve a chuva cair no telhado e fica tudo escurinho, aconchegante, nem frio nem calor. O que fazer? Tenho algumas idéias, se não melhor dizer; desejos: Ler um livro inteirinho, ou assistir um filminho tomando chocolate, ou quem sabe colocar um bom jazz e ouvir deitada até o sono invadir(já perceberam como gosto da idéia de invasão?), ou ainda sair com alguém que te proteja da chuva ou tome um banho de chuva com você... isso, namorar mesmo! Mas o que eu escolhi vocês bem sabem né, estou aqui escrevendo pelo menos por enquanto.
        Ao som de Norah Jones até os dias chuvosos são radiantes, só ela poderia cantar assim os dias de chuva. Coloquei esse mimo para vocês ao lado: Come Away With Me. Sinto o jazz muito sensual, aconchegante, eu adoro pensar mas se fosse necessário me classificaria como alguém mais voltada para sensações. Na verdade acho que só penso no intuito de intensificar as sensações. Talvez eu precise de um motivo pra justificar meu jeito sensual de ser, hoje tenho a chuva. Mas não confundam, sensualidade é independente, não depende nem mesmo de companhia. Ao som da canção estou completamente liberta em meio um clima tenso delicioso. É como se você tivesse muitas razões para se comportar de uma maneira mas insistisse na busca por um motivo para um outro comportamento, e a própria busca justifica a diferença.

        Come Away Whit Me...Come Away Whit Me...Come Away Whit Me... Come Away Whit Me... Come Away Whit Me. Agora bem baixinho, como voz no ouvido o convite é quase uma ordem, e é assim que me comporto e o mundo se não me obedece me cede algumas horas de sua atenção. Os dias de chuva são da temperatura que você quiser. Dance mesmo sem companhia, o que importa? Você tem a canção. Tenho a ousadia de te ensinar a delirar e sei que se você não entende, gosta. Come Away Whit Me.
                                                                                                                                                            Juci Barros

Come away with me in the night                                                                 
Come away with me
And I will write you a song

Come away with me on a bus
Come away where they can't tempt us
With their lies                                                           

I want to walk with you
On a cloudy day
In fields where the yellow grass grows
knee high
So won't you try to come

Come away with me and we'll kiss
On a mountain top
Come away with me
And I'll never stop loving you

And I want to wake up with the rain
Falling on a tin roof
While I'm safe there in your arms
So all I ask is for you
To come away with me in the night
Come away with me

Compositora: Norah Jonhes


       

quinta-feira, 1 de abril de 2010

1º de Abril.

       
         Tudo começou quando o rei da França, Carlos IX, após a implantação do calendário gregoriano, instituiu o dia primeiro de janeiro para ser o início do ano. Naquela época, as notícias demoravam muito para chegar às pessoas, fato que atrapalhou a adoção da mudança da data por todos.
        Antes dessa mudança, a festa de ano novo era comemorada no dia 25 de março e terminava após uma semana de duração, ou seja, no dia primeiro de abril. Algumas pessoas, as mais tradicionais e menos flexíveis, não gostaram da mudança no calendário e continuaram fazer tal comemoração na data antiga. Isso virou motivo de chacota e gozação, por parte das pessoas que concordaram com a adoção da nova data, e passaram a fazer brincadeiras com os radicais, enviando-lhes presentes estranhos ou convites de festas que não existiam.Tais brincadeiras causaram dúvidas sobre a veracidade da data, confundindo as pessoas, daí o surgimento do dia 1º de abril como dia da mentira.
        Aproximadamente duzentos anos mais tarde essas brincadeiras se espalharam por toda a Inglaterra e, consequentemente, para todo o mundo, ficando mais conhecida como o dia da mentira. Na França seu nome é “Poisson d’avril” e na Itália esse dia é conhecido como “pesce d’aprile”, ambos significando peixe de abril. No Brasil, o primeiro Estado a adotar a brincadeira foi Pernambuco, onde uma informação mentirosa foi transmitida e desmentida no dia seguinte. “A Mentira”, em 1º de abril de 1848, apresentou como notícia o falecimento de D. Pedro, fato que não havia acontecido.

                                        
                                                                                                            Texto extraído da Revista Escola

quarta-feira, 31 de março de 2010

Parabéns para mim nessa data querida! Muitas felicidades! Muitos anos de vida!

"Existe apenas uma idade para sermos felizes, apenas uma epoca da vida de cada pessoa em que é possível sonhar, fazer planos e ter energia suficiente para os realizar apesar de todas as dificuldades e todos os obstáculos. Uma só idade para nos encantarmos com a vida para vivermos apaixonadamente e aproveitarmos tudo com toda a intensidade, sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que podemos criar e recriar a vida à nossa propria imagem e semelhança, vestirmo-nos de todas as cores, experimentar todos os sabores e entregarmo-nos a todos os amores sem preconceitos nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que toda a disposição de tentar algo de novo e de novo quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na nossa vida chama-se presente e tem a duração do instante que passa.."

                                                                                                                             Mário Quintana

        Agradeço a todos o carinho, que suas vidas sejam doces e que minha presença em cada uma delas seja gratificante para todos nós. A vocês ofereço minha gratidão e carinho. Sirvam-se!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Saber amar... é saber deixar alguém te amar.

       
         Oscilamos entre dias felizes e tristes, entre um e outro estão os dias comuns. Alguém se destaca nos nossos dias assim com atitudes que arrancam de nós o estado de espírito corriqueiro ou simplismente joga um outro dentro de nós. Tudo, absolutamente tudo no que diz respeito a nossa humanidade depende de envolvimento, de relações: as que vivemos, as que fantasiamos e as que quase vivemos que são as que mais ferem. Careçemos de emoções, ainda que sejam ruins elas nos retiram do quase e nos levam para algum lugar.
        Costumo dizer que não é tão difícil me fazer feliz, mas me entristeçe o fato de que talvez o que para mim seja pouco, venha a ser muito para quem eu gostaria que me fizesse. Não é só comigo eu sei. Escrever na primeira pessoa é força do hábito. O que trago de novidade hoje é um cálculo; eu sempre soube que as aulas de matemática me serviriam em muitas situações, mas não sabia que me traria felicidade. Você acorda como todos os dias e encontra as mesmas pessoas, algumas são parte da sua rotina diária e outras não, e algumas existem em sua vida com o maior prazer... Alguém que te faz um chá quando algo no estômago não caiu bem, uma outra pessoa que comenta com você a novela ou algo que vivenciaram ou viram juntos no dia anterior, lancham juntos. Mesmo nos dias tristes muitos te aceitam naturalmente, tão naturalmente que você não percebe. Mas basta uma pessoa, umazinha só para te fazer sentir rejeitada, sem importância, por ela  você sente que quase foi feliz. Por que quem te machuca tem tanto espaço no seu coração sem o menor esforço para conquistá-lo?
        Estou começando a sair do quase. Tenho estado feliz, só que ainda sinto um quase poderia ter sido mais feliz. Enquanto guardo espaço no meu coração para alguém que nem se importa em cuidar dele, as outras pessoas que fazem por merecer acabam apertadas, esquecidas, se contorcendo para ganhar um pouquinha mais de espaço, para que possam cuidar e decorar e assim como a um lar. Quando se trata de sentimentos teimamos em sofrer quando subtraimos uma unidade, ainda que tenhamos somado uma dezena. Achamos o dia terrível quando das 24 horas que ele tem passamos por cinco minutos complicados. Se o problema fosse só a injustiça que fazemos a nós mesmos já seria um grande problema. Mas o pior é que não cuidamos cedemos um espaço maior no nosso coração aos que realmente nos amam e merecem, para garantir o de alguém que se mostra indiferente. O único aperto que deveríamos permitir é o do abraço de quem nos dá a presença de presente. No abraço descobrimos que o amor é atemporal e reconhecemos o amigo de infância que conhecemos ontem, antes do que conhecemos a 10 ou 5 anos atrás. Pessoas especiais me fazem tão especial... e fazem muito para que eu me sinta assim porque desejam minha admiração por tanto me admirarem. Hoje eu sei que mereço porque fiz o cálculo certo.
        Meu "português" é que está confuso como prova o presente texto, um abraço entre narrativa e dissertação. Mas por hora o que me contenta é a matemática. Estou emocionada. Amada. Amando. Não tenho abraço que desejei. Mas recebi exatamente o abraço que precisava. O meu abraço era o desejado por quem me abraçou. Foi emocionado. Amado. Amando. Porque o que importa não é o abraço que não recebi. O que importa mesmo é o abraço que me acolheu. Que os abraços não terminem no desenlaçar dos braços, para que continuem nos amparando quando alguém para quem abrirmos os braços nos dê as costas. Mas não dê você também as costas para quem te abraça para pedir o abraço de outro alguém, portanto cuide primeiro dos que te estão de braços abertos para você _ claro, desde que sejam braços que te façam sentir aconchego a ponto de que se entregue no mesmo gesto_ para só então depois abrir os seus braços para alguém que está de braços cruzados.
        Não se demore... aceite toda felicidade que mereçe.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Dicas de alogamento para desenvolver sua expressão corporal

      Ligue o som e coloque aquele cd de músicas que façam sua mente viajar e o seu corpo balançar.  A pedidos coloco à disposição algumas sugestões para os que desejam relaxar um pouco da correria diária e ainda desenvolver um autoconhecimento corporal que facilite a interação com as pessoas. "Conhece a ti mesmo" é uma máxima socrática que é de grande importância no âmbito da ética e posso garantir-lhes que o nosso corpo agradecerá  o nosso pequeno "esforço" para conhecê-lo melhor.
1. Com direito a trilha sonora tome um banho relaxante dando especial a cada pedacinho do seu corpo e abuse os óleos e hidratantes aromáticos. Enxugue-se e vista uma malha confortável, em um ambiente arejado começe a alongar-se, sempre respirando fundo e concentrando-se em pensamentos positivos.

2. Relaxe o pescoço com movimentos giratórios e lentos. Com a silhueta alongada leve a cabeça para o lado esquerdo com a ajuda do braço, e repita com o lado contrário. Agora lentamente movimente a cabeça para baixo e depois para cima, sempre de olhos fechados, ou se possívem em frente ao espelho.

3. Eleve o braço esquerdo acima da cabeça, dobre o cotovelo e com a ajuda da mão direita tente tocar as costas, faça o mesmo movimento com o braço direito. Sempre respirando conte cada movimento em oito tempos.




4. Desça lentamente e sem dobrar os joelhos tente tocar o chão. Na mesma posição conte oito tempos.

5. Sentada una os pés e faça o movimento de borboletas balançando as pernas. Em seguida desça o tronco o mais próximo dos pés sempre respirando fundo e fazendo a contagem do tempo.

                                         
       6.Una as pernas e estique, sem dobrar os joelhos desça o tronco até os pés.


        7.Dobre a perna esquerda na frente do tronco, sempre ereto, e estique a perna direita atrás sem dobrar o joelho. Conte lentamente até oito e faça o mesmo mudando a posição das pernas.
                                                
                                                                                                                 8. Ajoelhe-se sobre as pernas e desça o tronco o máximo que conseguir levando os braços à frente como se tentantesse alcançar algo na frente. Costumo chamar essa posição de saudação real, ou capachino.
                                                    
9. Após contar oito tempos deite-se  olhando para o teto, e com os pés levemente separados e as mão ao londo do tronco apoidas no chão levante a região da pélvis e conte dezesseis tempos sempre respirando fundo.

                                                                                                         10. Para finalizar ainda deitada eleve os joelhoe dobrados e abrace as pernas. Permaneça na posição quando sentir-se completamente relaxada ou até o fim da música que estiver ouvindo.
         Bem, agora completamente relax desejo a todos que ... gozem muitoooo! Boas energias para todos!

domingo, 21 de março de 2010


        Nós, os  educadores envolvidos com o saber cultural acreditamos na importância da dinâmica social para a formação dos jovens e crianças; o indivíduo detentor de um saber cultural está fortemnete vinculado a grupos sociais, e mesmo os que adotam uma postura anti-social acabam formadores de outras novas culturas, a própria tentativa de negação reforça o critério de verdade do princípio negado. Em conversa com outros amigos que convivem com o ofício de educador direta ou indiretamente comprovei  a necessidade atual que a maioria dos professores desejam em se fazer respeitar pelos seus alunos, é como se os educandos não envolvessem suas emoções no processo de aprendizagem e vão às aulas por pura obrigação, basta-lhes cumprir o horário estipulado onde o aprender não é a prioriade.
Nos cursos de educação para alunos de licenciaruras em nossas universidade já estamos fadados de ouvir e concordar sobre teorias que priorizam o reforço positivo, o estímulo e elogios como meios para disciplinar os alunos. Ora, não sou contra o rótulo a muito dado aos professores de facilitadores no processo ensino-aprendizagem. Porém, o que não devemos esquecer é que dentro da sala de aula o mestre (como respeitosamente os alunos dirigiam-se aos professores) exerce um comportamento diretivo que sem dúvida assegura a transmissão de conhecimento. O diálogo é muito importante, e o professor deve aprender sobre cada aluno e se intressar por eles para melhor medir e direcionar o aproveitamento das aulas, mas é o professor que tem um objetivo ao fim de cada etapa da educação, e para tanto a autoridade do professor é indispensável. Comparo a relação médico-paciente; o primeiro ouve as queixas do segundo e a partir de um conhecimento adquirido e autorizado direciona o problema à solução. Antes mesmo do diagnóstico saimos da consulta com uma leve sensação de alívio devido a confiança depositada no profissional, salvo os casos em que o médico não transmite ao paciente autoridade suficiente no exercício de sua função.
        Disciplinar não pode nem deve estar associado a antiga prática das palmatórias ou do ajoelhar sobre o milho no canto da sala, contudo a fala do professor deve ser firme e segura, de modo que nos diálogos o aluno acredite estar diante de alguém que o direcione a um saber justificado, ou seja, podemos disciplinar nossos alunos desenvolvendo neles de forma compreensiva, mas com atitudes seguras a capacidade da autodisciplina.
        O respeito não é adquirido através da coerção, ela só gera temor e felizmente não é o que os verdadeiro educadores aspiram. Respeito é fruto de um trabalho gradualmente reconhecido, portanto, preparem suas aulas, ouçam seus alunos, tenham real interesse e participação nas reuniões de pais e acredite de fato que você tem o potencial de descobrir e contribuir tantos outros potenciais que esperam a sua "voz de comando" para transformarem positivamente suas comunidades, seu país e o mundo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Interpretando-se

     Sim. Isso, agarre toda esta felicidade materializada em corpo. Aperte contra você o que já te parece fazer pazer parte de ti. Ainda que talvez amanhã te sintas imcompleta... seja inteira agora.
     Feche os olhos em aguns momentos e use o olfato, o tato e o paladar com muita vontade. Agora você acredita em cheiro que traz lembrança... mas agora não, esqueça de lembrar. Agora não há o que guardar, até o que receber use agora e vista-se de nudez.
     Sensações são puro ritmo e te permitem saltar. Rasgue-se por dentro e use as mãos para isso, fomalize o que acontece do lado de dentro. A verdade é nua, seja toda verdade e admire a verdade que se coloca diante de você.
     Agora é o momento; cure-se. Seja tudo que pode ser, e mais ainda o que não pode. Não, não pense no amanhã porque agora não tem volta.
     É seu maior espetáculo... apague as luzes... desligue as câmeras... e ação.